Uma festa de Halloween em casa precisa de três coisas: um tema que todo mundo enxergue, algumas brincadeiras com regra de verdade e material que você já tem. Tudo abaixo roda com papel, fita, barbante, um balde e o que estiver na gaveta da cozinha.

As brincadeiras estão organizadas por quem vai jogar, porque a brincadeira feita para uma criança de quatro anos não é a que segura uma sala de adolescentes. Cada uma diz o que precisa, quantas pessoas, mais ou menos quanto tempo dura e exatamente como termina. Os motivos são os genéricos (abóbora, fantasma, morcego, aranha, múmia, bruxa, esqueleto, caldeirão), então nada aqui depende de fantasia de filme. E não importa se o Dia das Bruxas é tradição ou não na sua cidade: aqui ele funciona como uma festa temática qualquer, sem pressupor costume nenhum.

Um link para a festa inteira

Um endereço curto que você controla, com a lista de brincadeiras, o plano e as fotos, pronto para mandar para quem vai.

Escolha por quem vai jogar

A limitação nunca é o tema. É se o jogador mais novo consegue seguir a regra, se a brincadeira tem fim claro e se cabe no espaço que você tem.

Quem vai jogarO que a brincadeira precisaComece por
Só crianças pequenasUma regra, ninguém eliminado, adulto de juizAlimente o fantasma
Crianças e adultos juntosDistância ou vantagem por idade, timesArremesso no caldeirão
Adolescentes e adultosPapel secreto, escrita, votaçãoA assombração
Apartamento pequeno, sem correrBrincadeira sentada ou de mesaMonstro dobrado
Quintal ou sala grandeRaias e linhas no chãoCorrida da abóbora

Toda brincadeira abaixo usa material que dá para fazer ou achar em casa: papel, caixa de papelão, fita crepe, barbante, canetinha, um balde ou panela, meias enroladas, papel higiênico, copos de papel, garrafas de plástico. Nada precisa ser comprado além de um rolo de fita.

Decorando com o que já tem em casa

O tema tem que ficar visível no momento em que as pessoas entram, e não precisa ser comprado. O que funciona, em ordem de esforço:

  • Morcegos de papel. Dobre papel preto ao meio, desenhe meio morcego, corte pela linha, abra. Cole com fita um bando deles subindo pela parede ou pelo batente da porta. Com criança pequena por perto, quem corta é um adulto.
  • Fantasmas de papel de seda. Uma bolinha de papel amassado dentro de um guardanapo ou papel de seda branco, amarrado no pescoço com barbante, dois pontinhos de olho. Pendure em barbante atravessando a sala em alturas diferentes.
  • Abóboras pintadas. Abóboras, laranjas ou até pedras redondas com cara desenhada de canetinha. Nada de esculpir, o que importa para a seção de segurança abaixo.
  • Caldeirão. Uma panela preta ou um balde forrado com saco escuro, cheio de papel de seda verde ou roxo amassado. Ele também serve de alvo em duas brincadeiras.
  • Teias de aranha. Barbante ou lã branca esticada entre pernas de cadeira, sobre uma porta ou num canto, com aranhas de papel coladas.
  • Iluminação. Abajures baixos, mais luzinhas de pilha ou uma lanterna dentro de um saco de papel com uma cara recortada. Nenhuma chama, em lugar nenhum, numa festa com criança circulando.

Figuras simples bastam: uma abóbora com cara de triângulos, um fantasma que é um lençol com dois olhos, uma aranha que é um círculo com oito pernas. Se quiser mais ideias de desenho para a decoração, a lista de ideias de desenho fáceis tem várias formas simples que funcionam nesse tamanho.

Segurança por idade, na prática

Nada disso é aviso genérico. São as escolhas específicas que mudam o que vai para a mesa, e vêm de fontes nomeadas.

Nada de vela. O site HealthyChildren.org, da Academia Americana de Pediatria, orienta: "Considere usar uma vela sem chama a pilha, uma lanterna ou um bastão luminoso em vez de vela para iluminar sua abóbora." Numa festa em casa com crianças correndo entre brincadeiras, nós vamos um passo além e deixamos qualquer chama fora da casa. Luz de pilha faz o mesmo trabalho.

Adulto corta, criança decora. A mesma fonte é direta sobre abóboras: "Deixe as crianças pequenas decorarem (não esculpirem) as abóboras. Elas podem desenhar uma cara com canetinha. Deixe o corte e a escultura para os adultos." A mesma regra vale para tesoura e estilete na decoração acima: um adulto corta os morcegos, as crianças colam.

Peça pequena longe dos menores. O HealthyChildren.org lista "brinquedos pequenos ou tatuagens temporárias" entre os riscos de engasgo, e as dicas de segurança de Halloween da FDA (agência americana de alimentos e medicamentos) dizem que "pais de crianças muito pequenas devem retirar qualquer risco de engasgo, como chiclete, amendoim, bala dura ou brinquedo pequeno". Para as brincadeiras abaixo, isso significa que o grupo mais novo arremessa meia enrolada e pompom grande, nunca bolinha de gude, miçanga, bala pequena ou qualquer coisa que caiba na boca.

Tinta de rosto testada antes. A FDA orienta: "Teste a maquiagem que pretende usar com pelo menos 24 a 48 horas de antecedência. Passe uma pequena quantidade no braço de quem vai usar. Se aparecer vermelhidão, inchaço ou outro sinal de irritação no lugar onde a maquiagem foi aplicada, isso é sinal de possível alergia." O HealthyChildren.org dá a mesma instrução para crianças: testar "numa pequena área da pele da criança". A FDA também observa, sobre cores fluorescentes em maquiagem de fantasia, que "nenhuma delas é permitida para uso perto dos olhos".

Fantasias e acessórios. O HealthyChildren.org recomenda procurar a indicação "resistente a chamas" na etiqueta da fantasia e orienta evitar "espadas, bengalas ou bastões pontiagudos ou compridos como acessório de fantasia". Para as brincadeiras, isso significa nenhum acessório com ponta, e capa comprida fora antes de qualquer brincadeira de correr.

Látex. Se alguém que vai à festa evita látex, deixe os balões de látex fora da decoração e das brincadeiras. Fantasma de papel e meia enrolada fazem o mesmo trabalho e ninguém sente falta do balão.

Crianças pequenas, de três a seis anos

Uma regra por brincadeira, ninguém fica de fora e um adulto é o juiz. Os tempos são estimativas da brincadeira em si; a montagem é à parte.

1. Alimente o fantasma. Cole um fantasma grande de papel numa caixa de papelão com uma boca larga recortada por um adulto. As crianças ficam atrás de uma linha de fita e jogam meias enroladas na boca, três arremessos cada. Cada meia que entra vale um ponto. Aproxime a linha para os menores. Precisa: caixa, papel, fita, meias enroladas. Jogadores: de dois a oito. Dura: uns dez minutos. Termina: depois de três rodadas, maior total vence, ou todo mundo que acertou pelo menos uma leva um morcego de papel para casa.

2. Corrida da abóbora. Marque uma linha de largada e uma de chegada com fita. Cada criança empurra uma abóbora pequena, uma laranja ou uma bola pelo chão com uma colher de pau, nunca com a mão, até a chegada e volta. Mão na abóbora significa voltar para a última linha cruzada. Precisa: fita, uma coisa redonda e uma colher por raia. Jogadores: de dois a seis, em raias ou em baterias. Dura: uns dez minutos. Termina: primeiro a cruzar de volta a largada vence a bateria.

3. Travessia da teia. Estique barbante entre pernas de cadeira em zigue-zague na altura do joelho, com aranhas de papel coladas. Cada criança atravessa a teia passando por cima e por baixo sem encostar no barbante. Cada toque é uma "picada", contada em voz alta pelo adulto. Precisa: barbante, cadeiras, papel. Jogadores: um por vez, qualquer número esperando. Dura: cerca de um minuto por travessia. Termina: menos picadas em duas travessias vence.

4. Caça aos morcegos. Corte morcegos de papel em três ou quatro cores e esconda pela sala na altura das crianças. Cada criança recebe uma cor e só pode achar aquela cor. Achar a cor de outra criança significa deixar onde está. Precisa: papel, tesoura usada por adulto. Jogadores: de dois a seis. Dura: uns dez minutos. Termina: quando todo morcego foi achado. A caça é a brincadeira, então todo mundo termina.

5. Boliche de fantasma. Cubra seis garrafas de plástico ou copos de papel com papel de seda, desenhe dois olhos em cada um e arrume em triângulo. Role uma bola macia a partir de uma linha de fita. Duas jogadas por vez. Precisa: garrafas ou copos, papel de seda, uma bola, fita. Jogadores: de dois a oito. Dura: uns dez minutos. Termina: depois de duas vezes cada, quem derrubou mais fantasmas vence.

6. Estátua de monstro. A música toca, todo mundo dança. Quando para, o adulto grita uma criatura: morcego, fantasma, bruxa, aranha, esqueleto, múmia. Todo mundo congela naquela forma. Quem ainda estiver se mexendo na contagem de três fica uma rodada de fora e depois volta. Precisa: música. Jogadores: três ou mais. Dura: uns dez minutos. Termina: quando o adulto decidir, porque não tem vencedor e nessa idade essa é a graça.

Uma caixa de papelão com um fantasma grande de papel colado na frente e uma boca larga recortada, uma linha de fita no chão e meias enroladas prontas para arremessar, numa sala decorada com morcegos de papel
Alimente o fantasma roda com uma caixa, uma folha de papel e meias enroladas. A imagem é ilustrativa e mostra a montagem, não um lugar real.

Deixe a lista de brincadeiras onde os convidados vejam

Coloque as brincadeiras, os horários e as fotos atrás de um endereço só e mande para cada família que vai.

Grupo misto, crianças e adultos juntos

O truque com idades misturadas é uma vantagem visível e combinada antes do primeiro arremesso: uma linha mais perto para as crianças, uma mais longe para os adultos, ou times montados de modo que cada time tenha mistura.

7. Arremesso no caldeirão. O caldeirão da decoração fica no meio da sala. Duas linhas de fita: crianças arremessam da mais perto, adultos da mais longe. Cada jogador tem cinco meias enroladas ou saquinhos de feijão. Um ponto por meia dentro do caldeirão. Precisa: panela ou balde, meias, fita. Jogadores: de quatro a doze. Dura: uns quinze minutos. Termina: depois que todo mundo arremessou, maior pontuação vence. Empate arremessa de novo um passo mais atrás.

8. Múmia de papel. Times de três: uma múmia, dois enroladores. Cada time recebe um rolo de papel higiênico. No "já", os enroladores embrulham a múmia dos ombros aos tornozelos, nunca o rosto. O juiz confere: qualquer fresta onde apareça pele ou roupa perde um ponto. O primeiro time a terminar sem fresta vence. Precisa: um rolo de papel higiênico por time. Jogadores: de seis a doze. Dura: uns cinco minutos. Termina: quando um time grita "pronto" e passa na conferência. Reprovou, volta a enrolar.

9. Esqueleto espalhado. Antes da festa, desenhe um esqueleto simples numa cartolina grande e corte em dez peças: crânio, caixa torácica, bacia, dois braços, duas pernas, duas mãos, dois pés. Um esqueleto por time, cada um numa cor de cartolina. Esconda todas as peças pela casa. Cada time acha só a sua cor e monta o esqueleto no chão. Precisa: cartolina, canetinha, tesoura usada por adulto. Jogadores: dois times de três a cinco. Dura: uns quinze minutos. Termina: primeiro esqueleto completo, conferido pelo juiz, vence.

10. Passa a abóbora. Todo mundo sentado em roda. Uma abóbora pequena ou uma bola circula enquanto a música toca. Quando para, quem está segurando tira um desafio de um copo: uivar como lobo, andar como aranha, dançar como esqueleto, falar uma palavra assustadora de trás para frente. O grupo escreve os desafios antes da brincadeira, um por papelzinho. Precisa: uma coisa redonda, copo, papel, música. Jogadores: seis ou mais. Dura: uns quinze minutos. Termina: quando o copo esvazia.

11. Corrida de aranha no canudo. Amasse papel preto numa aranha do tamanho de uma noz, cole pernas de papel. Marque raias numa mesa com fita. Cada jogador sopra sua aranha pela raia com um canudo, sem encostar a mão. Precisa: papel, fita, um canudo por jogador. Jogadores: de dois a quatro por bateria. Dura: cerca de um minuto por bateria. Termina: primeira aranha a cair pela borda do outro lado da mesa vence a bateria. Rode baterias até uma final.

12. Estátuas na luz da lanterna. Baixe a luz da sala, mantendo o suficiente para andar com segurança. Um jogador é o guardião da lanterna e segura uma lanterna ou luz de pilha. Todos os outros são estátuas e tentam atravessar a sala sem serem pegos em movimento. Sempre que o guardião acende a luz, todo mundo congela. Quem for pego se mexendo volta para o começo. Precisa: uma lanterna ou luz de pilha. Jogadores: de quatro a dez. Dura: uns dez minutos. Termina: a primeira estátua a encostar na parede do fundo vira o próximo guardião. Escuro total em nenhum momento.

13. Mímica de monstro. Antes da brincadeira, cada jogador escreve duas ações de monstro em papelzinhos: múmia escovando os dentes, fantasma tentando abrir uma porta, bruxa estacionando a vassoura. Os papéis vão para o caldeirão. Os jogadores tiram e encenam sem som. Os colegas de time adivinham. Um ponto por acerto dentro de um minuto. Precisa: papel, caneta, caldeirão. Jogadores: de seis a doze, em dois times. Dura: uns vinte minutos. Termina: quando o caldeirão esvazia, mais pontos vence.

Uma panela escura no chão da sala cheia de papel de seda verde, duas linhas de fita crepe em distâncias diferentes e meias enroladas sendo arremessadas na direção dela, com fantasmas de papel de seda pendurados acima
Arremesso no caldeirão com duas linhas, uma mais perto para as crianças e outra mais atrás para os adultos. Cena ilustrativa, não é um lugar real.

Adolescentes e adultos, sem álcool

As brincadeiras aqui rodam com papel secreto, escrita e votação. Nenhuma precisa de bebida para funcionar, e nenhuma expõe quem não escolheu se expor.

14. A assombração. Variação do clássico jogo da piscadela. Todo mundo tira um papel dobrado do caldeirão; um diz "fantasma", um diz "médium", os outros estão em branco. Os jogadores circulam e conversam. O fantasma "assombra" piscando para alguém; quem foi assombrado conta até cinco em silêncio e depois, com drama, cala e senta. O médium pode acusar uma única vez, a qualquer momento. Acusação certa encerra a rodada com vitória do médium; errada, com vitória do fantasma. Precisa: papelzinhos. Jogadores: de seis a quinze. Dura: uns dez minutos por rodada. Termina: quando o médium acusa, ou quando só sobram em pé o fantasma, o médium e mais um jogador, caso em que o fantasma vence.

15. Monstro dobrado. Cada jogador pega uma folha e desenha uma cabeça de monstro no alto, dobra o papel deixando só dois tracinhos de pescoço à mostra e passa para a esquerda. O seguinte desenha o corpo a partir dos tracinhos, dobra, passa. O terceiro desenha as pernas. Desdobrem todos de uma vez. Cada jogador então escreve um nome para o monstro que está segurando. Precisa: papel e caneta. Jogadores: de três a doze. Dura: uns quinze minutos. Termina: o grupo vota no melhor monstro e, separadamente, no melhor nome. Ninguém pode votar numa folha em que desenhou.

16. Cheiros do caldeirão. O anfitrião prepara seis copos de papel cobertos com papel-alumínio, cada um com um cheiro dentro: pó de café, casca de laranja, vinagre num algodão, canela, cebola cortada, hortelã. Os copos são numerados. Os jogadores cheiram por um furinho no alumínio e escrevem o palpite de cada um. Sem provar, sem tocar no conteúdo. Pergunte sobre alergia alimentar antes de escolher o conteúdo e deixe a lista do que tem em cada copo com o anfitrião. Precisa: copos de papel, alumínio, itens de cozinha, papel. Jogadores: de dois a doze. Dura: uns dez minutos. Termina: o anfitrião revela os copos; mais acertos vence.

17. Epitáfios. Cada jogador inventa um monstro e escreve um epitáfio de duas linhas para ele, sem mostrar a ninguém. Um leitor recolhe e lê todos em voz alta. O grupo então vota, epitáfio por epitáfio, em quem escreveu. Um ponto para cada acerto, e um ponto para o autor cada vez que alguém erra. Precisa: papel e caneta. Jogadores: de quatro a doze. Dura: uns vinte minutos. Termina: depois que todos os epitáfios foram lidos e pontuados.

18. Teia com sininhos. Estique barbante numa porta ou entre duas cadeiras formando uma teia frouxa, e pendure colheres ou chaves nela com linha, para que tilintem ao toque. Cada jogador atravessa a teia. Cada tilintar é um ponto contra. Precisa: barbante, linha, colheres ou chaves. Jogadores: um por vez, qualquer número. Dura: cerca de um minuto por travessia. Termina: menos tilintares em duas travessias vence. Empate faz uma terceira travessia com a luz um pouco mais baixa, nunca apagada.

19. Abóbora às cegas. Cada jogador recebe um prato de papel e uma canetinha. De olhos fechados, em trinta segundos, desenha uma cara de abóbora no prato: dois olhos, um nariz, uma boca com dentes. Olhos abertos, pratos na parede. Precisa: pratos de papel, canetinhas. Jogadores: qualquer número. Dura: uns cinco minutos. Termina: o grupo vota na mais assustadora e na mais engraçada. Dois vencedores, nenhum prato pode ganhar as duas.

20. Som da noite. Um jogador vai para o cômodo ao lado com uma sacola de objetos de casa: chaves, um pente, uma folha de papel, uma colher e um copo, um zíper. Ele faz um som com um objeto por vez. O grupo escreve um palpite para cada som. Precisa: uma sacola de objetos, papel. Jogadores: de três a dez. Dura: uns dez minutos. Termina: depois de dez sons, mais acertos vence, e o vencedor é o próximo a fazer os sons.

Como conduzir a festa

Monte as brincadeiras antes de os convidados chegarem. Linhas de fita, caldeirão, teia e morcegos escondidos entram primeiro. Brincadeira que precisa ser montada na frente de uma sala de crianças não acontece.

Ordene por energia. Comece com uma caça ou um arremesso, ponha as de correr no meio e feche com uma sentada, como Monstro dobrado ou Epitáfios. Terminar com algo calmo é como as crianças vão embora sem cena.

Diga o fim em voz alta. Rodadas, pontos ou minutos, antes de começar. Brincadeira sem fim declarado esmorece em vez de acabar.

Um adulto apita, outro rearma. Enquanto uma brincadeira roda, alguém esconde os morcegos de novo ou arruma os fantasmas do boliche para a próxima.

Material dos mais velhos fora do alcance dos mais novos. Se crianças pequenas e adolescentes estão na mesma festa, as peças pequenas das brincadeiras adolescentes (chaves, colheres na linha) sobem para fora do alcance enquanto as brincadeiras dos pequenos rodam.

Fotografe a montagem, não só os rostos. Uma foto do caldeirão e das linhas de fita é o que permite remontar a mesma brincadeira no ano que vem. Se quiser que as fotos da festa fiquem melhores que um registro qualquer, o básico de fotografia para iniciantes vale igual numa sala com pouca luz.

Guarde o plano da festa para o ano que vem

A lista de brincadeiras, as fotos da montagem e as regras que você mudou, tudo atrás de um endereço que dá para compartilhar.

Perguntas frequentes

Quais são boas brincadeiras de Halloween para crianças?
Alimente o fantasma, Corrida da abóbora, Travessia da teia, Caça aos morcegos, Boliche de fantasma e Estátua de monstro. As seis usam uma regra só, ninguém fica eliminado por muito tempo e um adulto apita.

Que brincadeiras de Halloween funcionam para adultos sem álcool?
A assombração, Monstro dobrado, Cheiros do caldeirão, Epitáfios, Teia com sininhos, Abóbora às cegas e Som da noite. Rodam com papel secreto, desenho, escrita e votação, e nenhuma precisa de bebida.

Que brincadeiras de Halloween crianças e adultos podem fazer juntos?
Arremesso no caldeirão, Múmia de papel, Esqueleto espalhado, Passa a abóbora, Corrida de aranha no canudo, Estátuas na luz da lanterna e Mímica de monstro. Cada uma usa distância diferente ou time misto para a idade não decidir o vencedor.

Como fazer brincadeiras de Halloween sem gastar?
Toda brincadeira acima usa papel, fita, barbante, caixa de papelão, meia enrolada, copo de papel, garrafa de plástico, uma panela e itens de cozinha. A única coisa que talvez precise comprar é um rolo de fita crepe.

Vela é segura numa festa de Halloween com crianças?
O HealthyChildren.org orienta vela sem chama a pilha, lanterna ou bastão luminoso em vez de vela nas abóboras. Numa festa em casa com criança circulando entre brincadeiras, nós deixamos a chama fora de vez e usamos luz de pilha.

Tinta de rosto é segura para criança?
A FDA orienta testar a maquiagem com 24 a 48 horas de antecedência passando uma pequena quantidade no braço de quem vai usar e observando vermelhidão ou inchaço, e observa que cores fluorescentes em maquiagem de fantasia não são permitidas perto dos olhos.

Quantas brincadeiras uma festa deve ter?
Menos do que você imagina. Quatro ou cinco brincadeiras, cada uma com fim declarado, preenchem duas horas quando se conta montagem, lanche e o intervalo entre uma e outra.

Referências