Uma lojista escaneia o QR do seu cartão numa feira e quer conhecer a linha antes de pedir cadastro. Outra, já aprovada, abre o mesmo link para repor produtos nas condições combinadas. Catálogo público e portal de pedidos B2B existente atendem etapas diferentes. Escolha o destino útil a cada compradora sem expor preços privados nem apresentar uma página de links como caixa de pedidos.
Os links da sua loja em um só lugar
Reúna os links de catálogo, loja online e contato que você já usa em uma página pública com QR para sua loja. Veja o que a Solução Varejo oferece.
Separe conhecer a linha de repor um pedido
A lojista que ainda avalia a marca e a conta já aprovada não fazem a mesma pergunta. A primeira quer entender coleção, adequação à sua loja, embalagem e com quem conversar sobre condições. A segunda talvez já conheça os itens e precise de preço da sua conta, quantidade mínima, disponibilidade atual e canal para pedir. Uma página pública que tenta mostrar tudo pode expor termos reservados a certas contas ou anunciar estoque que ninguém mantém ali.
Comece nomeando a próxima ação de cada estado. “Conhecer a linha” pode abrir resumo da coleção ou catálogo externo aprovado. “Pedir novamente” pode abrir o portal B2B existente com login próprio. Se a peça impressa oferece só uma ação, ligue diretamente a ela. Use uma página VISU Link quando o cartão precisar explicar as duas rotas e dar contato comercial, não apenas para acrescentar mais um clique.
A decisão pertence à operação de vendas da marca. O QR pode aparecer num cartão da feira, numa caixa de amostras ou num material de representante, mas os contextos variam. O cartão dado a uma nova loja não deveria cair num login privado sem explicação. Um e-mail de reposição para comprador aprovado não precisa obrigá-lo a ler toda a história pública da marca de novo.

Escolha o destino pela próxima decisão da loja
A rota pode mudar entre materiais de divulgação sem mudar o catálogo ou sistema de pedidos. A comparação abaixo trata da tarefa de cada destino. Não é ranking de ferramentas nem sinal de que toda marca precise construir portal novo.
| Situação da loja | Destino e conferência da marca |
|---|---|
| Loja nova está avaliando a variedade de produtos. | Abra catálogo público, página de coleção ou line sheet externo aprovado. Mostre itens representativos, embalagem básica e contato comercial real; confira a versão. |
| Lojista aprovado precisa ver condições ou repor. | Abra o portal B2B existente. Preços por conta, disponibilidade e checkout continuam nele; teste login e rota com comprador autorizado. |
| Um cartão impresso atende lojas novas e clientes atuais. | Use página curta da marca com dois links claros e um contato comercial. Separe público de privado e defina quem atualiza cada destino. |
Um PDF pode ser útil como catálogo portátil, mas um arquivo encaminhado por muitas caixas de entrada envelhece. Uma página pública pode apontar para o arquivo atual da marca sem hospedá-lo na VISU. Se a plataforma atacadista já oferece coleção pública e portal privado adequados, use essas URLs em vez de copiar produtos e preços para uma segunda fonte.
Teste clareza com tarefa real: uma loja prospect encontra a linha e pede acesso? Uma loja aprovada chega ao portal certo? Clicar num link não é comprar, e abrir catálogo não dá automaticamente direito às condições de atacado.
Defina o que o catálogo público pode informar
Mostre apenas o que a marca aceita apresentar a qualquer visitante: categorias, produtos representativos, cores ou tamanhos se estiverem atuais, dados básicos de embalagem e como uma loja inicia conversa. Use fotos e descrições aprovadas. Se a coleção muda por temporada, nomeie quem atualiza a apresentação e remove itens encerrados. Evite prometer “em estoque” numa página sem fonte de estoque sincronizada.
Preço exige escolha separada. Algumas marcas publicam tabela geral de atacado; outras negociam por lojista ou região. Não cole planilhas específicas de parceiros, prazos de pagamento ou pedidos mínimos privados numa página VISU Link aberta por conveniência. Se esses termos não são públicos, leve a compradora ao sistema ou à equipe autorizada a mostrá-los. A página pode dizer o que a loja precisa informar para solicitar acesso, sem coletar dados financeiros sensíveis em formulário aberto.
Catálogo público também não dispensa prova. Se a marca cita certificações, materiais, cobertura de entrega ou redes parceiras, confira autorização e atualidade antes de publicar. O representante pode compartilhar a página de amostras, mas não deve prometer que todos os itens fotografados estarão disponíveis no próximo pedido.
Mostre o próximo passo ao cliente
Apresente links claros para o catálogo, a loja online e as orientações ao cliente que você já mantém. Veja como uma página pública com QR pode reuni-los.
Deixe condições do comprador aprovado no fornecedor externo
Uma plataforma B2B estabelecida pode atribuir produtos, preços e regras de compra às contas. A documentação B2B da Shopify, por exemplo, explica como seus próprios catálogos definem produtos e preços visíveis a empresas ou unidades. A orientação sobre contas coloca login e pedido na Shopify. São capacidades daquela ferramenta, não funções do VISU Link nem evidência de sincronização entre os produtos.
Se a marca já usa portal de parceiros, mantenha nele aprovação da conta, preços negociados, estoque, regras de quantidade, pedidos e pagamento. A página VISU pode apontar ao portal e dizer a quem se destina. Não deve mostrar termos de uma conta, afirmar que conhece estoque ou aceitar pedido. Quando a URL do portal mudar, o editor designado pela marca deve alterar o link e testá-lo com uma pessoa autorizada.
Quem não consegue entrar precisa de rota humana. Nomeie contato de vendas ou suporte atual do fornecedor e decida quem concede ou recupera contas. Não faça prospect sem aprovação pensar que visualizar o catálogo libera compra. Se ainda não há portal B2B, use o processo comercial manual existente enquanto define o que um sistema futuro realmente deveria fazer; não insinue que VISU já entrega isso.

Dê responsável à página e a cada destino
Antes de imprimir cartão ou QR, escreva uma ficha para a equipe da marca. Quais produtos podem aparecer em público? Onde está o catálogo aprovado? Quem aprova nomes e alegações? Qual é a URL do portal e quem controla a conta? Quem decide se uma loja nova pode ver preços ou pedir? Quem responde ao pedido de acesso? Essas respostas ajudam mais do que uma longa lista de efeitos visuais.
Defina também as mudanças. Quando um item sai de linha, uma pessoa atualiza a apresentação pública; outra verifica o catálogo ou portal externo conforme o processo daquele fornecedor. Se um preço de atacado muda, vendas ou a equipe do portal autorizada controla essa alteração. O link da página VISU só precisa mudar quando o destino ou texto público mudar. Nunca use contagem de scans como prova de que uma loja viu o novo preço.
Um piloto pequeno pode usar uma coleção e um grupo de compradores. Peça a uma loja nova e a uma lojista já aprovada que tentem os caminhos no celular de forma independente. Pergunte à prospect o que faria para solicitar condições. Pergunte à conta aprovada se o link abre seu contexto correto de conta e pedido. Registre dúvidas e destinos quebrados antes de imprimir mais cartões. Não é necessário copiar contas, pedidos ou preços privados para a página pública para fazer esse teste.
Exemplo fictício de marca com dois tipos de loja
Cenário ilustrativo, não cliente VISU nem venda medida: uma pequena marca de artigos para casa conhece duas lojas numa feira. A loja A nunca comprou e quer ver coleção e embalagem. A loja B já é aprovada e precisa repor um item sob as condições da sua conta. O representante tem um cartão impresso e pode mandar link direto ao portal no e-mail de acompanhamento.
O QR do cartão abre página curta da marca. “Explorar a coleção” leva ao catálogo externo com fotos e descrições aprovadas; “Já compra conosco? Fazer novo pedido” leva ao login B2B existente. O e-mail de vendas recebe pedidos de conta nova. A página não mostra preço da loja B, quantidade no depósito nem checkout. Depois da feira, a loja B recebe também o link direto do portal e evita escolha extra.
Mais tarde um produto do catálogo é descontinuado. A pessoa responsável pela linha o remove da apresentação pública, e a equipe do fornecedor B2B verifica o catálogo do comprador aprovado. O representante testa novamente o QR impresso. O objetivo é um caminho coerente; a história não afirma venda, aprovação mais rápida nem sincronização ao vivo.
Se a marca passar a precisar de catálogos por cliente ou acesso automático, terá de definir esse trabalho com seu fornecedor de comércio ou num projeto com escopo separado. A primeira página VISU pode continuar simples, levando aos destinos que a marca já controla.
Teste a jornada da loja antes de imprimir
- Abra QR e catálogo no celular sem login. Confira se só aparecem produtos e alegações aprovados para o público.
- Peça a uma loja autorizada que abra o portal pelo link. Confira contexto de conta, condições e pedido dentro do fornecedor externo.
- Teste solicitação de acesso ou contato de vendas da loja nova e nomeie quem responde.
- Registre quem atualiza a coleção pública, quem controla preço de parceiro e o que fazer quando produto ou link do portal mudar.
- Mantenha contato alternativo se um destino falhar e reteste o QR impresso após correção.
Uma página VISU Link e um QR podem organizar apresentação da marca, catálogo público aprovado e links para portal de atacado existente. Para conversar sobre configuração, use o formulário da solução Varejo com URLs de catálogo e portal e a pessoa que mantém o conteúdo. Login, preço por conta, estoque, checkout e integração ERP ficam no fornecedor externo ou exigem escopo próprio. A página não vende mercadorias no atacado por si.
Essa decisão sobre estado do comprador difere do QR para consumidor numa embalagem. Quem escolhe um produto no varejo tem tarefa diferente do lojista que avalia a linha ou repõe sob condições aprovadas.
Avalie a solução para sua loja
Confira as entregas de página pública e QR para sua loja, com os links que você já usa. Avalie o escopo antes de decidir se quer conversar com a VISU.
Perguntas frequentes
O catálogo de atacado deve ser público?
Publique apenas produtos e descrições aprovados pela marca para qualquer visitante. Preços, estoque e termos de conta ficam no sistema autorizado ou processo privado de vendas.
Um QR pode atender lojas novas e aprovadas?
Sim, se a página nomear claramente coleção pública e portal de compradores e alguém mantiver ambos os links. Envie o portal direto quando uma loja atual só precisa repor.
VISU Link oferece checkout B2B?
Este guia usa VISU Link para apresentar informação pública e levar ao portal externo existente da marca. Não anuncia checkout ou preço por conta nativos.
Onde a loja nova pede acesso?
Use contato comercial real ou processo atual de cadastro. Informe quem responde e mantenha dados financeiros privados fora de uma página aberta.
Um clique no catálogo conta como pedido?
Não. O clique indica navegação a um destino quando mensurável. Pedido e pagamento verdadeiros ficam com o fornecedor de comércio ou nos registros de vendas da marca.
