Uma divisão de orçamento de casamento só é útil se você souber quais linhas são fixas, quais escalam com convidados e quais são negociáveis no contrato em vez de no planejamento. Uma divisão que entrega porcentagens e para por aí deixa a parte mais difícil por fazer.
Esta página vai categoria por categoria. Se o total ainda não está definido, comece pelo teto e pelo número de convidados; se o número já está fechado e é apertado, o guia de casamento gastando menos é a porta melhor. O que cada uma cobre, o que realmente move o número dentro dela, e onde costuma estar a margem.
Um endereço para tudo que os convidados perguntam
Localização, horário, traje, estacionamento. Um VISULink guarda as respostas e atualiza em um lugar só quando algo muda.
Um link para detalhes, localização e o que você quiser reunir.
Três tipos de custo, não uma lista só
Antes das categorias, uma distinção faz mais trabalho que qualquer porcentagem. Custos de casamento caem em três grupos, e eles respondem a decisões completamente diferentes.
Custos por convidado escalam direto com a contagem: buffet, bar, aluguel de mobiliário, papelaria, lembrancinhas, serviço de mesa. Cortar aqui significa cortar a lista, não pesquisar mais preço.
Custos fixos são os mesmos com sessenta ou cento e sessenta pessoas: foto, música, celebrante, assessoria, os trajes do casal. Esses se negociam em escopo e horas, não em volume.
Custos de contrato são os que estão escritos nos acordos e passam batido: taxa de serviço, gorjeta, valor de hora extra, rolha, corte de bolo, refeição de fornecedor, entrega. Não são nem por convidado nem fixos num sentido útil; são a diferença entre um orçamento e uma nota fiscal.
Isso importa porque cada grupo tem uma alavanca. Custos por convidado respondem à lista. Custos fixos respondem ao escopo. Custos de contrato respondem a ler o contrato antes de assinar. Aplicar a alavanca errada ao grupo errado é como se gasta um fim de semana comparando orçamentos de floricultura para economizar um valor que a taxa de serviço vai absorver sem ninguém perceber.

Espaço e buffet
É a categoria que determina o formato de todo o resto. No modelo ilustrativo usado aqui ela fica perto de metade do total, e é também a categoria em que o número cotado e o número final divergem mais.
O que faz variar. Dia da semana e época, antes de qualquer coisa. O mesmo salão numa sexta de março e num sábado de setembro costumam ser produtos diferentes com preços diferentes. Se o buffet é da casa ou contratado à parte muda tanto o preço quanto o que mais você precisa contratar. A estrutura de bar pesa bastante: aberto, limitado, só cerveja e vinho, ou consumo aberto produzem totais bem distintos para os mesmos convidados.
Onde está a margem. Peça o valor fechado por pessoa, já com taxa de serviço, imposto e gorjeta aplicados, e compare espaços por esse número em vez do número de vitrine. Pergunte se o consumo mínimo é só de comida e bebida, e o que conta para ele. Pergunte o que acontece com o preço se a contagem de convidados cair depois do sinal, porque é nessa cláusula que uma lista encolhendo economiza dinheiro ou não.
Compare valor fechado, nunca por prato. Um espaço com valor por prato menor e taxa de serviço maior pode sair mais caro que outro no sentido inverso. A comparação só é válida depois que os dois números estão completos.
Foto e vídeo
Um custo fixo que se comporta como variável, porque é cobrado por hora e os dias se estendem.
O que faz variar. Horas de cobertura, primeiro de tudo. Se um segundo fotógrafo está incluso ou é adicional. Se o vídeo é a mesma contratação ou outra, que é a distinção que mais gera surpresa. Álbuns e pacotes de impressão costumam ser cotados separados do valor da cobertura, e a diferença entre arquivos digitais e um álbum pronto pode ser significativa.
Onde está a margem. Horas de cobertura são a alavanca honesta. Seis horas com alguém cujo trabalho você ama geralmente rende mais que dez com alguém escolhido por preço. Decida o que precisa mesmo de cobertura: muitos casais pagam pela preparação e encerram cedo, ou o contrário, sem ter decidido qual dos dois queriam.
Existe uma segunda fonte de imagens, mais silenciosa, que não custa nada e é fácil de perder. Seu fotógrafo está em um lugar por vez. Os convidados estão em todos os outros, e no fim da noite esse material está espalhado por cem celulares. Fica mais difícil de reunir conforme o tempo passa, então qualquer que seja o destino escolhido, o movimento útil é decidir antes e avisar onde é.
Os detalhes que os convidados sempre perguntam
Horário, estacionamento, traje. Coloque num endereço que você consegue atualizar, em vez de responder a mesma pergunta quarenta vezes.
Um link para detalhes, localização e o que você quiser reunir.
Trajes, beleza e alianças
O que faz variar. Os ajustes, que são separados da peça e normalmente envolvem várias provas. Acessórios, que se acumulam em silêncio. Cabelo e maquiagem, cobrados por pessoa e que crescem se as madrinhas entram na conta. Alianças costumam ser definidas bem antes de o resto do orçamento existir, o que faz delas menos uma decisão e mais uma condição inicial.
Onde está a margem. Pergunte quanto custam os ajustes na hora da compra, não depois. Defina cedo se cabelo e maquiagem das madrinhas é presente ou despesa delas, porque essa diferença de expectativa é fonte comum de constrangimento e de gasto não previsto.
Flores, decoração e aluguéis
O que faz variar. Sazonalidade, e bastante. Flores específicas fora de época carregam um sobrepreço que não tem nada a ver com como elas ficam na foto. Montagem e desmontagem, que é linha real e não vem inclusa por padrão. Aluguéis escalam com mesas, então essa categoria é parcialmente por convidado mesmo se apresentando como estética.
Onde está a margem. Reaproveitamento entre cerimônia e festa, se o cronograma e o espaço permitirem. Arranjos maiores e em menor número geralmente rendem mais na fotografia que muitos pequenos pelo mesmo custo. E uma conversa sobre o que está na estação, de mente aberta, costuma produzir resultado melhor que uma conversa sobre uma flor específica.
Música e entretenimento
O que faz variar. Banda ou DJ, que é a maior decisão isolada da categoria. Se a música da cerimônia é a mesma contratação da festa, porque frequentemente não é. Equipamento e som para o espaço da cerimônia, especialmente ao ar livre. Hora extra, de novo cobrada por hora.
Onde está a margem. A festa é onde o dinheiro deve ir se a escolha for forçada. A música da cerimônia pode ser resolvida de forma bem mais simples do que um planejamento costuma supor, e a diferença raramente é o que os convidados lembram.

Mantenha os detalhes em um lugar só
Cronograma, localização, traje e o que mais os convidados precisarem. Um link que se mantém atualizado, em vez de uma conversa que se perde.
Atualize uma vez e todo convidado vê a mudança.
Papelaria e comunicação com convidados
É uma fatia pequena no modelo acima, e fácil de contar errado, porque tende a ser orçada como uma tiragem única enquanto se comporta como despesa recorrente.
O que faz variar. Quantidade e escolha de papel do convite em si. Postagem, cobrada por peça e por rodada. Save the date como envio separado. E aí a parte que quase nunca aparece no orçamento: a segunda rodada, quando o horário muda ou um transporte é incluído ou o traje precisa de esclarecimento, e a informação tem que chegar a todo mundo que já recebeu no papel.
Onde está a margem. Separe os dois trabalhos. O convite é um objeto físico e há bons motivos para gastar nele. A informação não é, e imprimir informação que muda é o que transforma uma categoria pequena numa recorrente.
Colocar a parte mutável num endereço único resolve isso especificamente. Um link no convite e num cartão no local, com cronograma, localização, traje e atualizações. Quando um detalhe muda você muda uma vez, e todo convidado que olhar vê a versão atual em vez da impressa. Qualquer destino que você tenha escolhido para as fotos dos convidados entra nessa mesma página, então é uma coisa só para avisar em vez de várias.
É isso que o VISULink faz: uma página que você controla num endereço curto, com QR code para o impresso e analytics mostrando o que os convidados realmente abriram.
Assessoria, cerimonial e reserva
O que faz variar. O escopo que você contrata. Assessoria completa cobre seleção e gestão de fornecedores desde o começo. Assessoria parcial entra no meio do caminho. Cerimonial de dia cobre o evento em si, e é um número bem menor.
Onde está a margem. Se a escolha é entre assessoria completa e nada, vale cotar a opção do meio. O dia em si é a janela em que um problema fica mais caro, porque nenhum de vocês consegue resolver enquanto está acontecendo.
A reserva entra nesta seção porque é a categoria mais deletada para a conta fechar, que é o oposto do que ela serve. Um orçamento sem reserva não evita estouros. Financia eles com a categoria que ainda tiver dinheiro, e essa categoria é escolhida por acidente em vez de por você.
Se parte do seu gasto passa por canais de varejo comuns, o que costuma acontecer com decoração, acessórios e tudo que é comprado em vez de alugado, apps de cashback se aplicam a essas compras como se aplicam a qualquer outra. É um retorno marginal, não uma estratégia, e precisa estar configurado antes de o gasto começar. Com o plano fechado, vale olhar as ferramentas do dia a dia que recuperam um pouco: apps que pagam por notas fiscais e apps de pesquisa que pagam funcionam em cima de gastos que você já teria, enquanto apps de renda passiva e apps que pagam por indicação ficam mais longe do casamento em si mas somam ao longo dos meses de preparação.
Perguntas frequentes
Qual categoria de casamento custa mais?
Espaço e buffet, com folga. No modelo ilustrativo desta página fica perto de metade do total. É também a categoria em que o valor cotado e o valor final divergem mais, porque taxa de serviço, imposto e gorjeta costumam ser aplicados por cima do número por prato que você recebeu primeiro.
Qual a diferença entre custos por convidado e custos fixos?
Custos por convidado escalam com a contagem: buffet, bar, aluguel, papelaria, serviço de mesa. Custos fixos ficam praticamente iguais independente do público: foto, música, celebrante, trajes. A distinção importa porque cada um responde a uma alavanca diferente. Custos por convidado caem encurtando a lista; custos fixos caem reduzindo escopo ou horas.
Quanto deve custar a papelaria?
É uma fatia pequena na maior parte dos planejamentos, mas costuma ser subestimada porque o orçamento assume uma tiragem só. A postagem é cobrada por peça e por rodada, e qualquer detalhe que mude depois do envio dos convites cria uma segunda remessa. Orçar o convite como objeto físico e tratar a informação mutável à parte evita a maior parte disso.
Vídeo deve ser orçado separado da foto?
Trate o vídeo como linha separada até um orçamento provar o contrário. Frequentemente são contratações distintas com valores distintos, e juntar tudo numa linha só é fonte comum de surpresa no meio do planejamento. Se os dois importam, cote juntos antes de fechar qualquer um.
Quais custos de contrato passam mais batido?
Taxa de serviço e gorjeta sobre o total do buffet, valor de hora extra de foto, música e espaço, rolha, corte de bolo, refeição de fornecedor e taxa de entrega. Nenhum é grande sozinho. Juntos, são uma fonte comum da diferença entre um orçamento que funcionava na planilha e as notas finais.
Como reunir as fotos que os convidados tiraram no casamento?
Decida o destino antes do dia, não depois. Os convidados fotografam o tempo todo e o material acaba espalhado pelos celulares, ficando mais difícil de juntar conforme o tempo passa. Escolha um destino com antecedência e garanta que todo mundo saiba onde é: colocar isso na mesma página que já tem o cronograma e a localização significa uma coisa só para comunicar em vez de várias.